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O Segredo de Brokeback Mountain

Filme com temática homossexual premiado no mundo inteiro é o campeão de indicações ao Oscar, e não é por menos, saiba por que você deve assistir já.




Por Jonathan David

O Segredo de Brokeback Mountain(Brokeback Mountain), filme do diretor Ang Lee (de O Tigre e o Dragão), é um marco na história de filmes com temática homossexual, baseado em um conto de E. Anne Proulx, pois ele conta de uma forma sensível e sem estereótipo a história de dois caubóis: Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennis del Mar (Heath Ledger) que descobrem o amor quando realizam um trabalho de pastoreio de ovelhas na montanha Brokeback no estado de Wyoming/EUA em 1963. Os conflitos que nós enfrentamos são muito bem expressados no filme, principalmente por Ennis (Ledger) que tenta lutar contra o que sente por Jack (Gyllenhaal) que é bem mais sonhador, quando o trabalho acaba cada um vai pro seu canto mas um não consegue esquecer do outro, mesmo assim ambos se casam com mulheres (quantos não fazem isso ?), levam vidas infelizes até que quando se reencontram 4 anos depois percebem que realmente se amam mas não têm coragem suficiente pra se assumir, o filme é uma lição pra nós, que devemos correr atrás do que acreditamos, eu me identifiquei muito com o Jack e recomendo que levem a família pra duas horas e alguns minutos de sensibilidade e reflexão, e mais uma coisa: não tenha vergonha de chorar, o filme merece.

O filme levou o Leão de ouro no Festival de Veneza, 4 Globos de Ouro, entre eles o de melhor filme e direção, e tem 8 indicações ao Oscar entre elas a de melhor filme, direção e ator (Heath Ledger).

O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN

(Brokeback Mountain. EUA, 2005)
Jake Gyllenhaal, Heath Ledger, Michelle Williams, Anne Hathaway, Randy Quaid
Direção: Ang Lee
Drama/134 min./16 anos

Programação em Curitiba de 24/02 a 02/03
UCI do Shopping Estação: 18:50 - 21:40**
Cinemark Barigui - 12:05 - 17:35 - 20:20
*Sexta, Quarta e Quinta não haverá exibição às 12:05
*Sexta e Sábado também às 23:05
Unibanco Arteplex - 16h10 – 21h20 

* Curitiba Interativa


 
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Filme de terror gay?
Isso é HellBent!



                                   
HellBent é um filme de terror bastante parecido com outros que você provavelmente já deve ter assistido. Com um importante diferencial: todos os personagens principais são gays. Isso faz com que todo o filme seja permeado pelo estilo de vida gay e as cenas de sexo, que aparece em todos os bons clássicos do gênero, são entre homens.



Os gays aficionados pelo gênero vão se deliciar com as cenas de matança do longa que conta com o co-criador do clássico “Halloween” e do produtor executivo de “A hora do pesadelo”.


  Como a maioria dos filmes deste gênero, um casal que está fazendo sexo ao ar livre, morrem já no começo do filme (como isso acontece antes dos créditos iniciais, não é exatamente contar o filme), mas neste caso, os amantes são dois rapazes.


Eddie (Dylan Fergus) é o protagonista, que possui uma deficiência na visão, que precisará ser superada para sobreviver. Em filmes de terror do gênero, este papel seria quase certamente de uma garota.


Seus amigos colegas de quarto incluem Chaz (Andrew Levitas), que transa com tudo e todos; Tobey (Matt Phillips), o lindo modelo que se veste de drag, e Joey (Hank Harris, que fez o papel de Emory Dick, na série “Popular” veiculada no Brasil em 2001 pelo canal Sony).

Jake (Bryan Kirkwood) faz várias aparições e desempenha o papel do objeto de desejo de Eddie. Este personagem encarna o fetichista: tem tatuagens, fuma e anda de moto.


Todos os personagens são bonitos de maneiras diferentes, até mesmo Joey, o mais nerd de todos, que com um banho de loja poderia ficar irresistível (ele é o equivalente gay da garota estudiosa dos filmes adolescentes que se torna loucamente sexy quando tira os óculos de armação grossa e solta o cabelo). Até mesmo o assassino aparece sem camisa, para mostrar seu torso trabalhado.


A história
A trama gira em torno de um grupo de amigos que saem para uma festa de Halloween, em West Hollywood, na Califórnia.


Eddie, o personagem principal, comenta ter ouvido falar de um crime provavelmente homofóbico que acontecera na noite anterior.


No caminho da festa, eles encontram um homem grande e musculoso vestindo uma máscara de diabo. Eles trocam insultos com a figura e seguem caminho para a festa de halloween, todos devidamente fantasiados. A partir daí, a matança começa, seguida de cenas onde homens se beijam, cenas de sexo, mistério e tensão.


O filme, que estreou nessa sexta-feira nos Estados Unidos, ainda não tem data de estréia no Brasil.


* Retirado do site MixBrasil.


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Minha vida em Cor de Rosa

O cinema independente e até o cinemão comercial já descobriram um filão que rende boas histórias e algumas sequências memoráveis. A sexualidade humana nunca esteve tão dependurada nas telas. Seja lá qual for a opção, tirando sexo com árvores de Natal, a diferença, a intolerância, a liberdade e as escolhas são questões que ajudam a construir bons roteiros e a discutir preconceitos.

O pequeno George Du Fresne arrasa como o menino que pensa ser uma garotinha

Minha Vida em Cor-de-Rosa, de Alain Berliner, conta as desventuras do garoto Ludovic (o ótimo Georges du Fresne). Ele cresce imaginando que nasceu no corpo errado: na verdade, acredita ser uma menina. Logo na primeira sequência, aparece em uma festinha promovida pelos pais para atrair a nova vizinhança em um lindo vestidinho. A impressão e o mal-estar não saem das cabecinhas dos vizinhos, que começam a pressionar e ridicularizar o garoto.

A rejeição se estende aos pais, aos colegas e a qualquer um que se aproxime de um sintoma de homossexualidade tão latente. Ludovic refugia-se do tormento em um mundo róseo, onde só cabem a boneca Pam, uma Barbie espevitada, e o apoio afetivo da avó (Helene Vincent).

É um enfoque engraçado e acaba traindo uma mensagem edificante de convivência com as diferenças.

MINHA VIDA EM COR-DE-ROSA

Título Original: Ma Vie en Rose
País de Origem: Bélgica/França/Inglaterra
Ano: 1997
Duração: 110min
Diretor: Alain Berliner
Elenco: Michele Laroque, Georges Du Fresne e Jean-Philippe Ecoffey


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O Clube dos Corações Partidos


Em uma divertida e emocionante história, Dennis (Timothy Olyphant - Vamos Nessa, Pânico 2 ) não consegue decidir se seus amigos são uma bênção ou uma maldição. Quando você conhecê-los, vai entender. Benji (Zach Braff) é um jovem revoltado cuja preocupação em ter o corpo sempre em forma o coloca sempre em problemas. Howie (Matt McGrath - Meninos Não Choram) é um aborrecido estudante de psicologia que não consegue se acertar com o ex-namorado. Cole (Dean Cain - da série de TV As Novas Aventuras de Superman) é um ator "bonitinho" que troca de rapazes como quem troca de cueca. Patrick (Ben Weber) é um atormentado "João Ninguém" cuja insegurança acaba tornando-o amargo. Taylor (Billy Porter) é alguém que se orgulha de relacionamentos estáveis, apenas para se encontrar dormindo sozinho em uma cama de casal. Jack (John Mahoney -da série de TV Frasier) é o patriarca da turma, cujo

restaurante é o abrigo para todos eles. E lá Kevin, (Andrew Keegan - 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você) o ingênuo "novato" se torna o mais recente membro do clube.

Para alguém de fora, parece que a única coisa que estes amigos têm em comum é jogarem no mesmo time, mas quando as coisas ficam difíceis, estes amigos se parecem mais com uma família.


CLUBE DOS CORAÇÕES PARTIDOS, O

Título Original: Broken Hearts Club: A Romantic Comedy, The
Gênero: Comédia Romântica
Origem/Ano: EUA/2000
Duração: 94 min

Direção: Greg Berlanti