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Dr.
Hélio assina documento do Grupo E-Jovem e assume compromisso com
a comunidade gay de Campinas
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11 de Set de 2008 - 17h50min O prefeito de Campinas e candidato à reeleição, Hélio de Oliveira Santos (PDT), assinou esta semana um termo de compromisso com a comunidade de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais (GLBT) de Campinas, incorporando mais de duas dezenas de propostas gays a seus compromissos de campanha. Hélio, que lidera as pesquisas com 63% das intenções de voto, se comprometeu a combater a violência homofóbica nas ruas do centro, combater o preconceito nas escolas e garantir um melhor atendimento a gays, lésbicas e travestis jovens em postos de saúde. Também garantiu a aplicação da lei anti-discriminatória na cidade, campanhas contra a homofobia na mídia e o apoio às famílias de jovens gays. “Essas demandas vieram da Conferência Nacional da Juventude GLBT, que organizamos em março em todo o país,” explicou Chesller Moreira, presidente do E-JOVEM, a rede nacional de juventude GLBT. “O recado dos mais de 500 adolescentes e jovens participantes foi claro: Queremos viver sem mentiras, num mundo que nos respeite.”
Como se trata do atual prefeito, os jovens do movimento GLBT não vão esperar por 2009. “Ainda esta semana procuraremos o Centro de Referência GLBT para discutir a implementação imediata dessas ações,” declarou Chesller. Clique aqui e baixe o termo assinado por Dr. Hélio. Clique aqui e baixe o termo em branco, para ser assinado por outros candidatos. (fonte: Espaço
GLS)
Homem grávido fez ensaio fotográfico anter de dar à luz Thomas Beatie, um transexual FtM (mulher para homem) casado, deu à luz uma menina no final de junho, após várias tentativas para ficar "grávido". Beatie, cuja aparência masculina contrastava com a acentuada barriga dos meses de gestação, se submeteu a uma operação para a retirada dos seios e a um tratamento de testosterona para mudar o corpo, embora tenha mantido os órgãos reprodutores femininos. Casados há mais de dez anos, Beatie e a mulher, Nancy, sempre quiseram ter um bebê, mas esta teve uma endometriose há 20 anos e precisou tirar o útero. Depois de enfrentarem o preconceito da sociedade e de suas famílias, e de alcançarem uma situação econômica confortável, ambos tomaram a decisão de que Beatie seria o "encarregado" de gestar o bebê. "Oito anos tinham se passado desde minha última menstruação, mas meu corpo já se auto-regulava e eu não precisava tomar estrogênio, progesterona ou qualquer remédio para facilitar a fertilidade e ajudar a gravidez", declarou Beatie à revista. Quando tomaram a decisão de ter um filho, o casal também enfrentou a oposição da classe médica. "Os médicos nos discriminaram por suas crenças religiosas. Alguns se recusaram a me chamar pelo meu nome de homem e a reconhecer Nancy como minha mulher. As recepcionistas riam da gente e familiares e amigos nos negaram apoio. Grande parte da família de Nancy não sabia que eu era transexual", conta Beatie. O primeiro médico a atender o casal teve que dispensá-lo porque sua equipe não se sentia à vontade para tratar alguém como Beatie. Após gastarem milhares de dólares e passarem por nove médicos no espaço de um ano, Beatie e Nancy conseguiram ter acesso a um banco de esperma. No entanto, a primeira tentativa do casal não foi bem-sucedida, já que o óvulo fecundado se instalou fora do útero, o que obrigou Beatie a passar por uma cirurgia e a tirar as trompas de falópio. "Quando meu irmão soube da perda do feto disse 'Que bom que aconteceu. Quem sabe que tipo de monstro teria sido (esta criança)?'". Na segunda vez, o casal teve mais sorte, e hoje Beatie está "grávido" de uma menina, que deve nascer em 3 de julho. "Como um homem grávido se sente? Incrível. Estou estável e seguro de mim como o homem que sou. Tecnicamente, me vejo como um substituto de mim mesmo, embora minha identidade sexual seja de homem. Eu serei o pai; Nancy, a mãe; e seremos uma família", afirmou Beatie, que na entrevista pergunta à sociedade o que é ser "normal" O jornal britânico 'News of the World' fez um ensaio fotográfico e entrevistou Thomas Beatie quando ainda estava grávido de oito meses e aguardava ansiosamente o nascimento do neném. Veja as fotos abaixo:
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Governo lança Conferência GLBT
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Sabia? |
ue o comportamento homossexual é muito mais natural do que se pensa?? O famoso Dr. Kinsey, autor de
"Sexual Behaviour of the Human Male" - estudo que tem fundamentado
tudo o que se diz sobre sexualidade masculina desde meados do século
passado - afirma em seu livro que o motivo pelo qual homofóbicos
se opõe a homossexualidade é bem simples: o medo do crescimento
da atividade homossexual. Conclui o Dr. Kinsey que com menos
homofobia haveria muito mais homossexualidade. Ao se remover a pressão
social que reprime a atração pelo mesmo sexo, o desejo homossexual
cresceria e se espalharia naturalmente em larga escala.
(Fonte: MiX Brasil)
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