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Nesta edição:

- E-JOVEM lança campanha para adolescentes gays
- E-JOVEM convida parceiros para projeto com adolescentes gays
- Lançada campanha pela aprovação de projeto contra homofobia
- Lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros fazem manifestação em frente ao Congresso
- News: as últimas notícias GLBT do Brasil e do mundo

 

GRUPO E-JOVEM
de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados
CNPJ: 08.543.270/0001-50

O E-JOVEM tem sede em Campinas, de onde articula uma rede nacional de adolescentes e jovens ativistas no combate ao preconceito e à discriminação, principalmente contra LGBTs e à juventude em geral. São mais de 4.500 jovens que atuam em 22 cidades, nas cinco macrorregiões do Brasil, e na internet (E-jovem.com).

1º/12 - Dia Mundial de Combate à AIDS
E-JOVEM lança campanha para adolescentes gays
 “Um amor verdadeiro é raro. Cuide bem do seu. Use camisinha.” 

Com esse tema, o GRUPO E-JOVEMde Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados lança hoje, Dia Mundial de Combate à AIDS, uma vídeo-campanha direcionada especialmente a adolescentes gays. 

“Sabemos que o jovem já tem acesso a bastante informação – mas faltava um estímulo mais emocional à prevenção,” explica Chesller Moreira, presidente do E-JOVEM. “Nesse sentido, o vídeo foi muito feliz ao tratar do amor, da afetividade e do cuidado com o outro. Quem não se preocupa com o seu namorado?”

Segundo Chesller Moreira, a necessidade de campanhas de combate ao HIV direcionadas a adolescentes e com personagens adolescentes foi uma das propostas apontadas já no início de 2008, durante a I Conferência da Juventude LGBT, organizada pelo E-JOVEM. “Se o adolescente não se vê na mídia, ele fica sem referência,” afirma o ativista. “Temos que eliminar esse tabu de não falar na homossexualidade adolescente e lembrar que a homofobia também machuca crianças e jovens LGBT.”

O vídeo, de 30 segundos, foi realizado por jovens de Porto Alegre (RS) e poderá ser assistido a partir de terça-feira (2/12) no site www.E-jovem.com


1º/12 - Dia Mundial de Combate à AIDS - 2
E-JOVEM convida parceiros para projeto com adolescentes gays

O GRUPO E-JOVEM de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados está convidando entidades paulistas que atuam nas áreas de saúde, comunicação, educação, cultura, juventude e LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) a participar do projeto “GALERA E-JOVEM - Formando jovens protagonistas e multiplicadores em DST/AIDS e saúde integral.”

“O Galera E-jovem vem para enfrentar o alto grau de vulnerabilidade social em que se encontram os adolescentes e jovens LGBTs do estado de São Paulo,” declarou Chesller Moreira, presidente do E-JOVEM e coordenador do projeto. “Esta vulnerabilidade acaba se traduzindo em maior risco de infecção pelo HIV e está geralmente ligada à pobreza, à hebifobia (preconceito por causa da idade) e à homofobia (preconceito baseado em orientação sexual e identidade de gênero).” O objetivo do projeto, que será iniciado ainda em dezembro de 2008 e financiado pelo Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo, é formar cerca de 80 jovens em cidadania e saúde integral. 

O projeto será apresentado às entidades parceiras nos dias 8, 9 10 e 11 de dezembro de 2008, na sede do projeto situada à Rua Uruguaiana, 93 – Centro, Campinas/SP, às 18h. O E-JOVEM pede que os interessados escolham o melhor dia para sua visita e confirmem presença pelo telefone (19) 3307-3764 / 9341-3764 ou pelo e-mail galera@e-jovem.com



Lançada campanha pela aprovação de projeto contra homofobia

Teresa Cardoso / Agência Senado

A Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT - Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros - lançou, na manhã desta quinta-feira (27), no Senado, em seminário nacional, campanha para arrecadar um milhão de assinaturas em apoio ao projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que torna crime a homofobia, isto é, a aversão ao homossexualismo. O projeto tramita no Senado e, na avaliação de Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays e Transgêneros (ABLGT), não há mais razão para adiar a aprovação da matéria. 

- Não podemos mais ficar esperando uma situação ideal para aprovar esse projeto. Temos que bater em cada gabinete; não estamos discutindo o Alcorão, mas a Constituição brasileira. Muitos fundamentalistas dizem que queremos destruir a família. Não queremos destruir nada. Nós queremos criar o nosso tipo de família. Pagamos impostos, temos deveres, queremos nossos direitos. Não queremos nenhum privilégio, aposentadoria especial, nada. Queremos respeito - disse Toni Reis, em discurso durante a reunião promovida pela frente parlamentar. 

O presidente da ABLGT citou pesquisa feita este ano, pelo DataSenado, segundo a qual 70% dos entrevistados concordam com a aprovação desse projeto que torna crime a discriminação de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, e prevê formas de punição à discriminação. De acordo com Toni Reis, os sexualmente diferentes precisam de solidariedade para que a tramitação desse projeto ganhe celeridade, "para ganhar ou para perder", disse. Lamentou que, no momento em que se comemoram os 20 anos da Constituição federal, a comunidade LGBT não tem nada a comemorar e proclamou: "Não podemos mais ficar à mercê de fundamentalistas". 

Durante a reunião da frente parlamentar, o projeto recebeu o apoio dos senadores Serys Slhessarenko (PT-MT), que presidiu os trabalhos, Fátima Cleide (PT-RO), presidente da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT) José Nery (PSOL-PA) e de vários outros presentes. 

Ao sublinhar a importância do seminário nacional da frente parlamentar, que em sua quinta edição debate a homofobia, Serys Slhessarenko disse que o dia era extremamente importante, mas que chegará o momento em que os sexualmente diferentes não precisarão mais realizar esse tipo de encontro. 

- O sentimento propiciado por essa reunião é bom, mas por outro lado é ruim, porque o preconceito existe. Discutir a situação dos homossexuais é bom, mas se não fosse a opressão não estaríamos aqui debatendo nada. Rebentar as amarras do preconceito não é fácil para ninguém. Há homofobia neste país. Diariamente, vemos homossexuais enfrentando dificuldades para terem sua sexualidade respeitada. 

Prêmio
Durante o evento, ainda, o senador José Nery anunciou que apresentará ao Plenário projeto de resolução criando o prêmio Dom Helder Câmara de Direitos Humanos, que será destinado a homenagear, anualmente, cinco pessoas que se destaquem nessa área. Ele também pediu aos participantes do seminário apoio para a campanha nacional em favor da erradicação do trabalho escravo. 

Discursaram ainda na cerimônia, Perly Cipriano, subsecretário nacional de Direitos Humanos; a ex-senadora Emília Fernandes; Yone Lindgren, vice-presidente lésbica da ABLGT; Keila Simpson, presidente da Articulação Nacional de Travestis Transexuais e Transgêneros, e as deputadas Cida Diogo (PT-RJ) e Maria Helena (PSB-RR). 

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)



Lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros fazem manifestação em frente ao Congresso

Teresa Cardoso / Agência Senado

No anunciado propósito de fazer história, a Frente Parlamentar pela Cidadania e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays e Transgêneros (ABLGT) agruparam, ao meio-dia desta quinta-feira (27), vários representantes do segmento na rampa do Congresso Nacional. O objetivo da manifestação foi registrar o lançamento, no Parlamento, de campanha pela aprovação do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia. 

Aprovado na Câmara e aguardando deliberação no Senado, o projeto torna crimes, puníveis com até cinco anos de prisão, a discriminação e o preconceito contra homossexuais. De acordo com a Frente Parlamentar, a cada dois dias é assassinado no Brasil um integrante do segmento populacional que reúne lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. 

[Detalhe: eu sou o com a bandeirinha vermelha "65 PCdoB"... rsrs ~ Deco]

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


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Você
Sabia?

ue o comportamento homossexual é muito mais natural do que se pensa??

O famoso Dr. Kinsey, autor de "Sexual Behaviour of the Human Male" - estudo que tem fundamentado tudo o que se diz sobre sexualidade masculina desde meados do século passado - afirma em seu livro que o motivo pelo qual homofóbicos se opõe a homossexualidade é bem simples: o medo do crescimento da atividade homossexual. Conclui o Dr. Kinsey que com menos homofobia haveria muito mais homossexualidade. Ao se remover a pressão social que reprime a atração pelo mesmo sexo, o desejo homossexual cresceria e se espalharia naturalmente em larga escala. 
Por outro lado, a heterossexualidade parece estar em baixa: os vultosos recursos investidos pela sociedade e a mídia na promoção da heterossexualidade (vide comerciais de cervejas a bancos) só pode levar a crer que essa é uma orientação pouco atrativa, e que a população tem que ser constantemente bombardeada com os valores heterossexuais para poder se manter nesse rumo...

(Fonte: MiX Brasil)
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