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Homofobia
é mais comum que racismo, diz estudo
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Pesquisa revela que 41% dos ingleses assumem ter preconceito contra lésbicas
O estudo, realizado pela Sociedade
Britânica de Psicologia, mostrou que 35% dos entrevistados assumiram
ter algum tipo de
28% dos entrevistados disseram que
já discriminaram pessoas de origem asiática e 25% afirmaram
ter preconceito contra
Para o pesquisador, o estudo mostra
que o preconceito ainda existe e deve ser combatido. “Os resultados mostraram
que gays
(fonte: http://dykerama.uol.com.br/src/?mI=5&cID=23&iID=2170&nome=Homofobia_%C3%A9_mais_comum_que_racismo,_diz_estudo)
Esta é uma campanha abraçada pelo E-JOVEM e pela ANTRA (Articulação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), ABL (Associação Brasileira de Lésbicas) e GPH (Grupo de Pais de Homossexuais). Estaremos mandando ofícios para todas as secretarias de Educação dos estados, para iniciar o processo de reconhecimento do nome social de travestis e transexuais nas escolas. Assuma você também esta campanha, marque audiência com sua Secretaria de Educação! O Estado do Pará é o único que já adotou esse reconhecimento por decreto da governadora, por meio da Portaria 016/2008. Caso no seu estado tenha um E-grupo interessado em participar da Campanha, é só pedir que mandamos imediatamente um ofício (vide abaixo) como este e todos os documentos que embasam a proposta para o Conselho de Educação do seu Estado. EXEMPLO DE OFÍCIO:
GRUPO E-JOVEM de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados CNPJ: 08.543.270/0001-50 À: Professora Maria do Rosário
Cassimiro
Assunto: Inclusão nome social
das Travestis e Transexuais nos registros escolares
Senhora Presidente: O GRUPO E-JOVEM de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados é uma rede nacional de adolescentes e jovens ativistas no combate ao preconceito e à discriminação, principalmente contra LGBTs e à juventude em geral. Somos mais de 4.500 jovens que atuam em 22 cidades, nas cinco macrorregiões do Brasil, e na internet (E-jovem.com). Em parceria com a ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - e a ANTRA – Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, vimos por meio deste solicitar a aprovação, por parte deste Conselho, da inclusão do nome social das travestis e transexuais nos registros escolares (livro de chamadas, cadernetas escolares, históricos, certificados, declarações e demais registros escolares das Escolas e dos Colégios do Estado). Solicitamos, também, ao Conselho Estadual de Educação, que tome providências no sentido de promover estas mudanças, que certamente terão reflexos positivos na política de inclusão social do Governo de Estado de Goiás, promovendo assim a diminuição da evasão escolar, tão crescente entre as cidadãs deste segmento da sociedade. Nossa solicitação encontra-se apoiada pelas propostas aprovadas pela 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho de 2008, especificamente a seguinte proposta, relativa à educação: 12. Propor, estimular e garantir medidas legislativas, administrativas e organizacionais, para que em todo sistema de ensino seja assegurado a estudantes e profissionais da educação travestis e transexuais o direito de terem seus nomes sociais, nos documentos oficiais das instituições de ensino, assim como nas carteiras estudantis, sem qualquer constrangimento para seu/sua requerente, e de usufruírem as estruturas dos espaços escolares em igualdade de condições e em conformidade com suas identidades de gênero, podendo ser integradas ao Programa de inclusão educacional. Salientamos também, que esta medida já foi adotada pelo Estado do Pará, através da Portaria nº 016/2008 - GS, anexa, e também está sendo encaminhado pelo Conselho Estadual de Educação do Paraná. Para auxiliar este Conselho na análise
de nossa solicitação, na próxima folha segue uma relação
de documentos oficiais e outras publicações sobre essa questão.
Na expectativa de sermos atendidos,
estamos à disposição.
Atenciosamente
Chesller Moreira
Documentos de Referência Anais da 1ª Conferência LGBT (p. 211) Texto base da 1ª Conferência LGBT (p. 22) Folheto: “A travesti e o educador” Juventudes e sexualidade (pesquisa da UNESCO) (p. 277-304) Princípios de Yogyakarta (p. 23) Programa Brasil Sem Homofobia (p. 22) Legislação e Jurisprudência LGBTTT (p. 265) Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde (p.4-5) Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids (p. 32-33) Resoluções do I Congresso da ABGLT (p. 41)
A participação é gratuita e os interessados devem procurar o E-CAMP - o Grupo E-jovem em Campinas (19 3307-3764 / 9341-3764 / 8810-2247), participar das reuniões que ocorrem todo domingo na sede do grupo (R. Uruguaiana, 93 - Centro - às 10h) ou enviar e-mail com seu nome, telefone e tamanho de camiseta para eureca@e-jovem.com. O desfile será no centro da cidade, na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009, dividido em oito alas: DST/AIDS
Apresentação
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E-JOVEM lança campanha de prevenção para adolescentes
gays
Outras reportagens:
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Você
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Sabia? |
ue o comportamento homossexual é muito mais natural do que se pensa?? O famoso Dr. Kinsey, autor de
"Sexual Behaviour of the Human Male" - estudo que tem fundamentado
tudo o que se diz sobre sexualidade masculina desde meados do século
passado - afirma em seu livro que o motivo pelo qual homofóbicos
se opõe a homossexualidade é bem simples: o medo do crescimento
da atividade homossexual. Conclui o Dr. Kinsey que com menos
homofobia haveria muito mais homossexualidade. Ao se remover a pressão
social que reprime a atração pelo mesmo sexo, o desejo homossexual
cresceria e se espalharia naturalmente em larga escala.
(Fonte: MiX Brasil)
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