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Jovens
LGBT saem às ruas e lutam por direitos
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Foi lindo. Era um domingo comum, pra muita gente. Mas pra dezenas de jovens gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e transgêneros foi dia de sair às ruas e lutar por seus direitos. Por mais direitos? Não, pelos direitos que já lhe pertencem e são cotidianamente negados.
"Direito de estudar, por exemplo," cita a drag queen Lohren Beauty, presidente do E-JOVEM. "Muitos largam a escola por sofrerem homofobia ou por não aguentarem as piadinhas sobre sua sexualidade - que muitas vezes acabam virando agressões verbais e até físicas." O E-CAMP, Grupo E-jovem em Campinas, ocupando o monumento a Carlos Gomes, no marco zero da cidade (e ponto de encontro LGBT), a Praça Bento Quirino. Sentada, de guarda-chuva, Lohren Beauty "Muita gente não sabe ou tem vergonha de ir pra rua protestar," afirma Max Rodrigues, de apenas 13 anos, coordenador do E-CAMP. "Mas esse é mais um direito nosso, além de saúde, educação e respeito da família." Vitória, 15 anos, estava na manifestação lutando pela visibilidade de adolescentes e jovens transexuais. "Jovens trans existem. Não finjam que não veem," escreveu ela em seu cartaz.
Todos os participantes puderam fazer cartazes e colocar pra fora toda a sua indignação com a falta de respeito aos direitos dos jovens LGBT. Um deles chamava para a família a responsabilidade pelos jovens gays que se suicidam. Muitos clamavam por direitos iguais para todos, por respeito, por liberdade.
No final, ficou, em muitos, a descoberta de que é botando a boca no mundo que se começa a fazer alguma coisa de concreto para mudar a nossa realidade. Ficou o aprendizado de como fazer uma mobilização e o gostinho de "Quando vai sera próxima?" Essa é uma galera que já tem passage garantida pra Marcha LGBT a Brasília, em maio deste ano...
A diversidade como lição Primeira escola para gays do país, em Campinas, SP, terá curso de drag queen publicado
por Tatiana Farah
- A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer - afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, de 38 anos, um dos idealizadores do projeto. A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem financiamento público de R$ 180 mil, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura. " A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer " - O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT - afirma Deco. Por LGBT entende-se "lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros", mas a escola está aberta também a heterossexuais. Os cursos são gratuitos, e voluntários já se inscreveram como professores não remunerados. A escola terá aulas para quem quiser ser drag queen dadas por Chesller Moreira, de 27 anos, dirigente da ONG e companheiro de Deco, e que também é a drag, Lohren Beauty . - Me tornei a Lohren por causa da militância. Nos eventos, começavam a pedir a Loren porque ela fala muito melhor com os adolescentes. E foi ficando. É a minha outra identidade - explica Chesller. O jovem, formado em costura e estilismo, lembra que, na adolescência, quando a mãe descobriu que era gay, ela perguntou: "Você não vai se vestir de mulher, não, né?" - Todos precisam de um tempo para entender. Agora, é minha mãe que me dá as perucas. Quando ela me viu 'montada', disse: 'Nossa, como você está linda!' A pesquisadora Miriam Abramovay, da Ritla (Rede de Informação Tecnológica LatinoAmericana), especialista em educação, questões de gênero e violência escolar, aprovou a ideia da escola gay. - É
importante que as pessoas que sofrem mais preconceito tenham seus próprios
espaços. Não se trata de uma escola formal, mas de um centro
de convivência, formação e diálogo - analisou.
Uma escola gay para todos por Deco Ribeiro
Dentre os projetos, havia um único destinado ao fazer e saber de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. Uma ideia da drag queen Lohren Beauty, de Campinas, que quis criar um espaço de aprendizagem, valorização e reprodução dessa gaia cultura: a Escola Jovem LGBT, a primeira do País. A notícia ganhou manchetes nacionais. Recebemos centenas de e-mails de jovens interessados na escola, de professores das mais diversas áreas se oferecendo para dar aulas. Mas, com as manchetes, vieram também as críticas. Muita gente se deixou levar pelo nome “Escola Gay” ou “Escola para gays” e nem se deu ao trabalho de buscar mais informação antes de sair falando em guetos e passados sombrios. Besteira. A escola nunca se propôs a ser um ambiente fechado, só para gays. Assim como gays, lésbicas e travestis podem circular e expressar sua sexualidade em todos os lugares, qualquer pessoa, de qualquer orientação sexual, é muito bem-vinda na Escola Jovem. Outros questionamentos foram mais inteligentes: existe mesmo uma cultura LGBT? Por que há a necessidade de estimular essa cultura? O que vão ensinar? Vejam só: a escola nem abriu ainda e já está cumprindo seu objetivo maior que é o de estimular o debate e vencer o preconceito. Afinal, pré-conceito é um conceito formado quando há falta de conhecimento sobre determinado assunto. Para combater a homofobia, o preconceito contra homossexuais, é preciso debater, divulgar e dar visibilidade ao universo LGBT — não só entre legebetês, mas em toda a sociedade. Para isso, a Escola Jovem LGBT possui duas estratégias. Uma é ser uma escola gay, sim, mas aberta a todos. A todos, claro, dispostos a conhecer e respeitar o universo gay. Não à minoria mais reacionária e homofóbica, irracionalmente contra os homossexuais independentemente de qualquer explicação. Essas pessoas, infelizmente, não estão abertas ao diálogo. Nossa outra estratégia envolve oferecer ferramentas necessárias para que a própria população LGBT possa fazer o que lhe é negado: expressar-se. E aqui entra a explicação sobre o que é essa cultura LGBT e por que é essencial apoiá-la. Cultura LGBT é a cultura que enfrenta não a cultura heterossexual, mas a cultura heteronormativa, isto é, a cultura que esmaga toda manifestação de diversidade sexual na sociedade. É a heteronormatividade que censura beijos gays nas novelas, que proíbe as escolas tradicionais de abordar a homossexualidade de maneira positiva, que força os meninos a usarem azul e as meninas, rosa. E essa cultura perversa que nega às pessoas LGBT mais de 70 direitos, como o de construir família e patrimônio, e estimula o assassinato e o suicídio de pessoas LGBT. Uma cultura fruto do machismo e da xenofobia, opressões que alimentam o sistema capitalista. Apoiar a cultura LGBT é dar ferramentas para que o jovem LGBT se expresse e construa a cultura na qual prefere viver. É estimular esses jovens a encontrar a felicidade na diversidade, na construção de suas verdadeiras identidades, sem precisar fingir que são heteros. Como diz Célio Turino, criador dos Pontos de Cultura, o nome surgiu do discurso de posse do ministro Gilberto Gil, que falava em “um do-in antropológico, um massageamento de pontos vitais da Nação”. A Nação para a qual olhamos não é um conjunto de estereótipos e tradições inventadas. É um organismo vivo, pulsante, envolvido em contradições e que necessita ser constantemente energizado e equilibrado. É dessa acupuntura social que a Escola Jovem LGBT é parte. Ou seja, o que está em questão não é o que vamos ensinar, mas, sim, o que todos nós, brasileiros, vamos aprender com essa nova juventude gay. Deco Ribeiro, jornalista e educador, é diretor da Escola Jovem LGBT, fundador do Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados (www.e-jovem.com) e conselheiro nacional de juventude junto à presidência da República
Governo
de SP cria escola para jovens gays
Coordenados pelo GRUPO E-JOVEM, cursos valorizarão a Cultura LGBT Foi assinado nessa quarta-feira, 16, convênio entre o Governo do Estado de São Paulo e o Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados para a criação da Escola Jovem LGBT, a primeira do gênero no país. O objetivo da escola é valorizar e difundir a Cultura LGBT, em cursos que serão abertos a jovens hetero, homo e bissexuais já a partir de 2010. “A escola é um Ponto de Cultura. O fato de os cursos serem abertos a todos e não só a jovens gays é parte da nossa estratégia de combate à homofobia,” explica Deco Ribeiro, apontado diretor da Escola Jovem LGBT. “Preconceito é ignorância. Para vencer isso, precisamos levar nossa arte, nossa expressão e nosso discurso a quem não nos conhece. Se a valorização da cultura negra é estratégia do movimento negro, assim como de vários povos e regiões, por que não valorizar a cultura LGBT?”
“Pra quem está se descobrindo agora, é importante conhecer suas raízes,” afirma Chesller Moreira, presidente do Grupo E-jovem. “E mais importante ainda saber que é possível ser feliz sendo exatamente quem você é. O jovem ouve tanto por aí que ser gay é errado que ele fica sem referências positivas. Aqui ele vai poder descobrir que ser gay é legal, que ser travesti é legal, e que ele tem muito a oferecer à sociedade.” Todo o projeto é financiado por um convênio firmado entre o Governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura, que tem por objetivo apoiar entidades que desenvolvem relevante papel na comunidade nas áreas de fomento, difusão, produção e formação cultural. O GRUPO E-JOVEM foi selecionado por meio de concurso público e foi a única entidade LGBT contemplada em SP. As matrículas e inscrições para bolsas de estudo já estão abertas e as aulas devem começar em março de 2010. Os interessados devem escrever para escola@e-jovem.com INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Sobre a Escola Jovem LGBT:
Fórum Paulista da Juventude LGBT se reúne em Campinas
No domingo, 30 de agosto, aconteceu mais um encontro do Fórum Paulista da Juventude LGBT, em Campinas. A reunião mensal, que oferece passagens de ida e volta e almoço, é patrocinada pelo Grupo E-JOVEM e pela Secretaria Estadual de Saúde. Participaram mais de 50 adolescentes e jovens LGBT de todo o estado de SP. Entre os assuntos em pauta, comemorações
do Dia de Visibilidade Lésbica e discussões sobre o Plano
Estadual LGBT. Uma comissão de jovens de várias cidades está
até se preparando para um encontro com o governador. “A juventude
tem sua própria opinião do que quer do governo,” explica
o jovem Pistaxe Netaniyaho, de 17 anos, membro da comissão. “Esperamos
sair desse encontro com uma carta de propostas bem objetivas ao governador
José Serra.”
O encontro do Fórum foi no clube LUST, em Campinas, das 10 às 16h, e foi seguido pela festa Rainbow - uma matinê para adolescentes LGBT a partir dos 14 anos -, no mesmo local, com um show especial em comemoração ao Dia da Visibilidade Lésbica.
Aconteceu neste domingo, 16, a matinê
Rainbow, oferecida pelo Grupo E-jovem,
Veja as fotos:
E-CAMP celebra Mês da Visibilidade Lésbica em Campinas O E-CAMP, Grupo E-jovem em Campinas, preparou uma série de atividades para celebrar o mês da visibilidade lésbica, comemorado em agosto. Segundo o coordenador Pikeno Beauty, o tema atende a diversas solicitações das meninas do grupo, que exigem mais participação nas discussões. E estão certíssimas! Confira a programação do mês: 9 de agosto – “História do Movimento de Lésbicas” :: Palestra com Kelly Santana Raymundo, coordenadora de juventude do E-CAMP – 14h, na sede do E-CAMP (rua Uruguaiana, 93 – Centro – Campinas/SP). 16 de agosto – “Debate sobre Lesbofobia (com exibição do filme ‘Meninos Não Choram’)” :: 13h, na sede do E-CAMP. 23 de agosto – “Lésbicas no Esporte (bate-papo com time de futebol lésbico, seguido de rachão entre elas e o combinado do E-CAMP)” :: a partir das 10h, no Parque Taquaral. 30 de agosto – “Show em homenagem ao dia de Visibilidade Lésbica” :: a partir das 16h, na Matinê Rainbow (Rua Bonifácio de Castro Filho, 104 - Botafogo - Campinas/SP), com oficina de prevenção para lésbicas – para maiores de 14 anos. Vídeo de jovens LGBT será exibido na Conferência Nacional de Segurança Pública
Até um filme a Galera E-jovem fez (foto). Com duração de três minutos, o curta-metragem surgiu de uma oficina de Cinema do Oprimido, ministrada pelo jornalista Deco Ribeiro. "Em apenas um dia fizemos roteiro, produção e gravação das imagens. A edição levou dois dias. Tudo com uma máquina digital das mais simples," conta Deco. "Para entender os desafios enfrentados por uma população, nada melhor que soltar uma câmera na mão do povo." O filme participou da mostra de vídeos da CONSEG – Conferência Nacional de Segurança Pública e foi classificado entre os 10 melhores, que serão exibidos ao público da etapa nacional, em Brasília, entre os dias 27 e 30 de agosto. Sob o tema "Segurança com Cidadania", foram postados e aprovados 52 vídeos, que receberam mais de 23 mil acessos. Os vencedores foram definidos por meio do voto de 7.580 participantes que escolheram os vídeos e músicas de sua preferência. Assista ao vídeo:
Juventude LGBT conquista espaço na Conferência de Educação
Nesse front, brilharam os meninos do GRUPO E-JOVEM, liderados por seu presidente, Chesller Moreira (foto), que conseguiram aprovar algumas de suas diretrizes para uma educação sem homofobia (na foto, jovens votam para escolher as melhores propostas). “Me espantou a temperatura de alguns debates, houve até agressões físicas,” conta Chesller. “E são todos educadores...” As maiores polêmicas giraram em torno da eleição de delegados à etapa estadual, da eleição direta para reitores, diretores e outros gestores e do horário de encerramento da plenária final, que terminou abruptamente às 19h, antes que fossem votadas mais da metade das emendas ao texto-base. A avaliação final do grupo, que contava com estudantes de Campinas, Vinhedo Paulínia e São Paulo, foi de que essa conferência ainda vai dar o que falar nas etapas estaduais e nacional. “O texto base do Plano Nacional de Educação é extremamente avançado - radical até! – e merece nossa mais vigorosa defesa!”, afirma Deco Ribeiro, titular da cadeira LGBT do Conselho Nacional de Juventude. Acompanhe abaixo as propostas aprovadas pela Galera E-jovem na CONAE:
o Escolas devem ser ambientes seguros. Ambientes que garantam um aprendizado seguro, no qual intimidações ou discriminações de qualquer tipo, incluindo homofobia e transfobia, não sejam toleradas – com punição aos que desrespeitarem o ambiente escolar. Isso deve ser divulgado publicamente. o Escolas devem encorajar, apoiar e empoderar os gládios (grupos estudantis sensíveis à questão LGBT) ou a criação de grupos LGBT nos grêmios escolares. o Toda escola deve ter uma política de combate ao bullying que seja direcionada a todas as formas de discriminação, e explicitamente se referir ao bullying homofóbico e transfóbico. Essa política deve proteger todos os membros da comunidade acadêmica, ser respeitada por todos e ser revisada regularmente por membros da comunidade acadêmica para verificar sua eficácia. Todos os professores devem receber treinamento para reconhecer e agir em caso de bullying homofóbico e transfóbico. Esse treinamento deve informá-los como reagir a esse bullying e como reduzir sua incidência e pode ser oferecido por meio de parcerias externas (com ongs especializadas, por exemplo). o Escolas devem incluir material LGBT em suas bibliotecas. Podem ser livros com personagens LGBT ou livros que tratem especificamente de questões LGBT. Materiais LGBT como cartazes e panfletos divulgando grupos e serviços voltados a jovens LGBT devem ser exibidos nos murais de avisos da escola. o Apoio individual e/ou em grupo, oferecido por um orientador capacitado ou uma pessoa voluntária de confiança, deve estar disponível para estudantes que queiram conversar sigilosamente durante ou fora do período de aulas. Tanto a pessoa de confiança quanto qualquer orientador deve ser capacitado em questões LGBT. Eles devem explicitamente e publicamente deixar claro que são abertos a conversar sobre tais questões. o O currículo deve incluir perspectivas LGBT e conter materiais não-homofóbicos, tanto como parte de materiais genéricos quanto, se possível, como materiais específicos para lidar com questões LGBT. Materiais e livros didáticos inclusivos devem usar exemplos LGBT, tanto em questões quanto em suas fontes. Toda capacitações em Direitos Humanos deve sempre abordar questões LGBT. E-JOVEM discute Plano Nacional de Juventude em Brasília
O Plano, que é um projeto de lei que tramita no Congresso, pôde receber emendas do Conselho Nacional de Juventude e as propostas do E-JOVEM foram levadas pelo conselheiro Deco Ribeiro, que representa o grupo em Brasília. Foram propostas levantadas nas Conferências de Juventude LGBT e em encontros preparatórios para as Conferências Nacionais de Educação e de Segurança Pública. Também havia propostas das Conferências Nacionais LGBT e da Juventude. Às propostas do E-JOVEM foram somadas as da juventude da ABGLT, uma vez que ambas as redes parceiras ocupam a cadeira LGBT no Conselho. Em um café da manhã entre conselheiros e deputados da Frente Parlamentar de Juventude, as modificações ao Plano foram apresentadas diretamente ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), que se comprometeu a colocar o projeto em votação o mais rápido possível e lutar por sua aprovação.
- Fórum
Paulista da Juventude LGBT se reúne em Campinas
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Sabia? |
ue o comportamento homossexual é muito mais natural do que se pensa?? O famoso Dr. Kinsey, autor de
"Sexual Behaviour of the Human Male" - estudo que tem fundamentado
tudo o que se diz sobre sexualidade masculina desde meados do século
passado - afirma em seu livro que o motivo pelo qual homofóbicos
se opõe a homossexualidade é bem simples: o medo do crescimento
da atividade homossexual. Conclui o Dr. Kinsey que com menos
homofobia haveria muito mais homossexualidade. Ao se remover a pressão
social que reprime a atração pelo mesmo sexo, o desejo homossexual
cresceria e se espalharia naturalmente em larga escala.
(Fonte: MiX Brasil)
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