| ABGLT
pede apuração de atentados em Juiz de Fora
A Associação Brasileira
de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT) enviou um ofício ao
governador de Minas Gerais Itamar Franco pedindo uma investigação
sobre os ataques contra a sede do Movimento Gay de Minas, em Juiz de Fora,
e proteção para seus integrantes. Em menos de um ano, a sede
já foi pichada, incendiada, arrombada e apedrejada, num total de
42 atentados. O superintendente- geral da Polícia Civil de Minas
Gerais, Jaci de Abreu, disse ao jornal "Folha de S. Paulo" que não
tinha conhecimento nem do ofício nem dos atentados, mas que "providências
devem ser tomadas". |
Prefeitura cria disque-denúncia
em Campinas
A partir de junho, Campinas vai contar
com um serviço disque-denúncia para homossexuais. O serviço
faz parte das reivindicações de militantes gays no Orçamento
Participativo 2001 da Prefeitura de Campinas, que também garantiu
a realização de cursos de capacitação para
guardas municipais no tratamento aos homossexuais. Segundo Paulo Mariante,
do grupo Identidade, Campinas é a primeira cidade do país
a desenvolver políticas públicas especificamente para homossexuais. |
Mais de 70% das travestis
amazonenses são menores de idade
Uma pesquisa feita pela Associação
de Gays, Lésbicas e Travestis do Amazonas revelou que cerca de 70%
das travestis que se prostituem nas ruas de Manaus têm menos de 18
anos. Segundo a militante Rebeca Saint Laurent, o problema é uma
conseqüência da falta de apoio da família desses adolescentes,
que os expulsa de casa quando descobre sua homossexualidade. Sem perspectivas,
eles têm de se prostituir para sobreviver. |