| E-PIRA
lança campanha contra a homofobia nas escolas
6
passos para acabar com a homofobia
Para acabar
com a homofobia, é dever de toda escola:
1. Ser um
ambiente seguro. Um ambiente que garanta um aprendizado seguro,
no qual intimidações ou discriminações de qualquer
tipo, incluindo homofobia e transfobia, não sejam toleradas, mas
punidas. Isso deve ser divulgado publicamente.
2. Encorajar,
apoiar e empoderar os gládios (grupos
estudantis sensíveis à questão LGBT) ou a criação
de grupos de apoio a estudantes LGBT nos grêmios.
3. Ter uma
política de combate ao bullying que seja direcionada
a todas as formas de discriminação, e explicitamente se referir
ao bullying homofóbico e transfóbico. Essa política
deve proteger todos os membros da comunidade acadêmica, ser respeitada
por todos e ser revisada regularmente por membros da comunidade acadêmica
para verificar sua eficácia. Todos os professores devem receber
treinamento para reconhecer e agir em caso de bullying homofóbico
e transfóbico. Esse treinamento deve informá-los como reagir
a esse bullying e como reduzir sua incidência e poderá ser
oferecido por meio de parcerias externas (com ongs especializadas, por
exemplo).
4. Incluir
material LGBT em sua biblioteca. Podem ser livros com personagens
LGBT ou livros que tratem especificamente de questões LGBT. Materiais
LGBT como cartazes e panfletos divulgando grupos e serviços voltados
a jovens LGBT dem ser livremente exibidos nos murais de avisos da escola.
5. Disponibilizar
apoio individual e/ou em grupo, oferecido por um orientador
capacitado ou uma pessoa voluntária de confiança, a estudantes
que queiram conversar sigilosamente durante ou fora do período de
aulas. Tanto a pessoa de confiança quanto qualquer orientador deve
ser capacitado em questões LGBT e explicitamente e publicamente
deixar claro que está aberto a conversar sobre tais questões.
6. Incluir
perspectivas LGBT e materiais não-homofóbicos em seu currículo,
tanto como parte de materiais genéricos quanto, se possível,
como materiais específicos para lidar com questões LGBT.
Materiais, livros didáticos e professores devem usar exemplos LGBT,
tanto em questões, exercícios e trabalhos quanto em suas
fontes. Toda capacitações em Direitos Humanos deve sempre
abordar questões LGBT.
Bruno Campos,
presidente
jovem.epira@gmail.com
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