clique para voltar à página principal |
![]() |
![]() |
|
PSI
|
| Homossexualidade
é uma caixa-preta
Do ponto de vista científico, sabe-se muito pouco sobre a homossexualidade. E o motivo é simples, o preconceito que existe no próprio meio científico contra o homossexual... pelo psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa – joao@glx.com.br "A homossexualidade não é pecado, crime ou doença. Ela é uma variação natural da heterossexualidade. Sua existência é registrada em várias passagens da história da humanidade. Não sabemos, ainda, qual a sua origem. Pesquisam cientificam apontam que estruturas cerebrais, localizadas no hipotálamo dos homossexuais são diferentes nos heterossexuais. Outras pesquisas apontam que pode existir um gene, o Xq28, responsável pela orientação sexual homossexual. Ele seria transmitido pela linhagem materna. Já foi registrada a existência da homossexualidade em centenas de espécies animais: elefantes, insetos, aves, golfinhos etc. Existe a hipótese, que me parece razoável, de que a homossexualidade teria a função de regular o controle populacional nas espécies evitando um superpovoamento do planeta. Por isso, ela existe há milhares de anos. Caso não tivesse essa função teria desaparecido pela seleção natural. Nada foi comprovado de forma definitiva". (J. B. Pedrosa). Do ponto de vista científico, sabe-se muito pouco sobre a homossexualidade. Um dos motivos é a falta de verba e pesquisa nesta área. E o motivo é simples, o preconceito que existe no próprio meio científico contra o homossexual. As poucas pesquisas realizadas ou que estão em andamento são feitas, na maioria, por cientistas gays. É o caso do renomado cientista Dr. Simon LeVay do Institudo Salk (EUA). Algumas questões já foram evidenciadas e muitas estão sem uma conclusão definitiva. A homossexualidade é uma caixa-preta. Caixa-preta é um termo usado pelos cientistas para designar qualquer característica humana que observamos, estudamos e medimos, mas desconhecemos suas origens. Em seguida relaciono o que já se sabe sobre orientação sexual homossexual. Estas questões foram elencadas por Chandler Burr no livro de sua autoria chamado Criação em Separado - Como a Biologia nos faz Homo ou Hétero. 1. Os
biólogos se referem à característica como um dimorfismo
estável, expresso através do
2.
Esta característica fixa existe sob forma de duas orientações
básicas internas, a heterossexual e a homossexual, que são
invisíveis. Estima-se que mais de 90% da população
tem a orientação majoritária, a heterossexual e menos
de 10%, um estudo
3. A orientação sexual de uma pessoa não pode ser identificada apenas por meio de uma rápida olhada. As pessoas que têm a orientação homossexual são tão diversas em aparência, raça, religião e em todas as outras características das que têm a orientação sexual heterossexual. 4. Como a característica é interna e invisível, a única maneira de identificar a orientação sexual de uma pessoa é observar o comportamento dela ou os reflexos que o expressam; 5. Em si mesmo, a característica não é um comportamento. A característica é a orientação sexual neurológica expressa, em certos momentos, através das atitudes das pessoas. Um homossexual pode assumir, quase sempre, um comportamento heterossexual, devido à repressão social. Mas, neurologicamente a característica da sua orientação sexual é homossexual. Esta orientação, depois de fixada neurologicamente, não irá mudar; 6. Nenhuma orientação sexual é doença física ou mental. Nenhuma delas é patológica; 7. Nenhuma orientação sexual é escolhida pelo indivíduo. Ela é fixada independente da sua vontade; 8. Sinais da orientação sexual são detectados na mais tenra infância. Alguns pesquisadores apontam que tanto a orientação sexual heterossexual como a homossexual é fixada entre dois ou três anos de idade. Há divergência. Outros cientistas defendem a idéia que ela é definida até o final da infância; 9. Estudos sobre adoção mostram que a orientação de uma criança adotada não tem relação com a dos pais adotivos, demonstrando que o caráter, que são características individualizadas de uma pessoa, não é enraizado pelo ambiente; 10. Estudo com gêmeos idênticos apresentam uma possibilidade acima da média de se compartilhar a mesma orientação sexual, comparado com pares de indivíduos selecionados aleatoriamente. Nos gêmeos idênticos a probabilidade de compartilharem a orientação homossexual é acima de 12%, média mínima, e superior a 50%, média elevada. Enquanto, nos pares aleatórios de indivíduos a média está pouco abaixo de 8%; 11. A incidência da orientação homossexual é espantosamente maior na população masculina, cerca de 27% mais elevada do que na feminina; 12. Pesquisas científicas indicam que a orientação homossexual tem origem nas famílias, é passada de pais para filho num padrão indefinido, mas geneticamente característico; 13. Este padrão resulta do chamado "efeito maternal". A orientação homossexual, como foi expressa nos homens pesquisados pelo Dr. Hamer parece ser passada pela mãe. Esse "efeito maternal" foi descoberto por este cientista geneticista molecular o Dr. Dean Hamer. Os pontos acima são apenas evidências. Não há conclusões definitivas. As pesquisas são muito embrionárias. João
Pedrosa
Últimas Colunas: - O mundo
amoroso infantil
|
Chris&Bru
| Sobre Nós | E-UA
| E-blog | U-jovens |
Les
Girls | Dura Lex | PSI
Principal
| Tema |
Fun | Colunas
| News | Forum | Apoio
|
Equipe
© Copyright E-jovem.com
2001. Todos os direitos reservados.
Ter seu nome e/ou imagem publicados
neste site não indica necessariamente orientação sexual.
webmaster@e-jovem.com