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PSI
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por Fernando A. Pocahy |
| Quando
pinta a vontade de sumir do mapa
Vez em quando não bate aquela
vontade de
Socorro!!! Mas por vezes mais uó é a barra de gostar de alguém e não poder fazer o que se tem vontade! Aí, claro que pinta a vontade de morrer! De se apagar. Um peso, duas medidas nisto. Prefiro sempre acreditar no Quintana, que para quem nunca quis morrer é porque não sabe o que é viver... Então, hoje o papo é
sobre isto: a vontade de não ter
Lançando nosso olhar de e-jovens
atilados sobre esta
Para alguns, a angústia é
tamanha que esta vontade de nada acaba produzindo esforços para
dar cabo à vida, mesmo. E aí, às vezes nos machucamos
em acidentes domésticos, noutras nos afogamos em bebedeiras ou,
ainda, alucinados pela vontade de escapar de tudo, testamos todos os limites
de nosso
Tô apontando estas nuances da produção de sofrimento que é para lermos de um outro jeito estas estatísticas que rolam por aí e que na realidade podem ser bem mais alarmantes. Enfim, lanço idéias que é pra gente se entender melhor e combinar que ninguém é de aço e isto o que acontece tem a ver com a sociedade em que vivemos/produzimos, exigindo algo para além de nossas competências pessoais em lidar com as mazelas existenciais. |
Ou seja, cabe
incluir neste papo de índices de saúde pública a figura
do Estado (que tem garantido muito pouco para nós brasileiros e
não tem nos
permitido sonhar com o futuro, com uma perspectiva de vida – que inclua toda a nossa diversidade sexual e cultural) que é responsável por este cenário. Aliás, cenário ainda não muito definido - porque ainda não foram pesquisados, por não se debruçaram com implicação... por que é ainda tabu morrer de desejo, de não poder ser ou fazer o que se tem vontade. Não tenham dúvidas
de que, por exemplo, os números
Para ser objetivo e mais direcionado:
a gente sabe que os homens que fazem sexo com
Mas aos poucos a gente vai transformando
a vida e
Portanto, amiguinho: se te encherem o saco, dá uma volta... faz um dobra no lance. E veja as coisas sempre para além do umbiguinho. Porque é isto que querem da gente, que fixemos o olhar em nossos umbigos, encerrados em nós mesmos. Assim, nos tornamos impedidos de olhar a vida e os acontecimentos de uma forma mais ampliada. Somos cidadãos, não consumidores. Somos humanos, portadores de direitos e desejos humanos. Para mim, o limite do respeito está no consentimento mútuo e o da vida, no viver. E a vida é a vida. - Não se deixe calar - Na rede, a vida convida |
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